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História & Cultura

Atlântida: desvendado o mistério milenar do reino perdido

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Não é novidade que o fundo do mar guarda muitos segredos e mistérios. Histórias incríveis de sereias e tesouros perdidos tomam conta do imaginário de muita gente. E por falar nisso, um dos maiores mistérios da humanidade é a lendária existência de Atlântida, a ilha perdida.

Muitos acreditam que Atlântida teria sido um próspero continente, e não apenas uma ilha.

Mito ou verdade, nós não sabemos. Afinal, menciona-se o mistério de Atlântida pela primeira vez nos escritos do filósofo grego Platão, nas obras Timeu e Crítias no ano 360 a. C.

Descreve-se Atlântida como um local altamente avançado, rico e com uma população extremamente poderosa. Além disso, acredita-se que chegou até mesmo a sitiar Atenas.

De acordo com Platão, Atlântida seria uma ilha que submergiu no oceano Atlântico em um único dia. Assim, ela levou para as profundezas do mar todos os seus habitantes e riquezas.

A lenda da ilha perdida

Atlântida foi uma ilha muito próspera. Havia todos os tipos de metais, ouro, minério de ferro entre outros. “Havia abundância de tudo”, escreveu Platão.

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A região tinha imensos jardins suspensos, palácios, bosques e templos gigantescos. Além disso, a ilha era um verdadeiro paraíso perdido ou uma cidade ideal, na qual Platão projetou os ideais de uma civilização perfeita.

Segundo o filósofo, a destruição de Atlântida estava associada à vontade dos deuses, que a castigaram por causa da arrogância, egoísmo e narcisismo da sua população.

Pesquisadores ainda questionam a veracidade da história. Afinal, alguns acreditam que Platão teria inventado ou mesmo exagerado ao descrevê-la.

A verdade é que, desde o tempo de Plantão, a lenda continua sendo alvo de interesse e especulações de historiadores, estudiosos e até de caçadores de tesouros perdidos.

Será mesmo que Atlântida existiu? Se existiu, onde estaria localizada, afinal?

Realizaram-se Inúmeras buscas no fundo do mar para encontrar algum rastro dessa ilha.

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Alguns chegaram a descobrir ruínas que supostamente estariam relacionadas à Atlântida. Porém, até o momento, não há comprovações científicas de que não sejam de outras civilizações.

Veja agora o vídeo “Atlântida realmente existiu?”, no canal do Super Misterioso no YouTube.

Documentário confirma localização de Atlântida

Certamente um dos grandes mistérios da humanidade é a localização de Atlântida.

Conspiradores, arqueólogos e pesquisadores de todo o mundo especulam que a ilha perdida teria tido três localizações possíveis. Elas são:

  • entre a costa de Portugal e Espanha;
  • ao noroeste, próximo à Irlanda;
  • ou ainda, em um arquipélago grego no Mediterrâneo.

Um documentário da Discovery Channel traz novos indícios. Estes reforçam a ideia de que Atlântida teria existido nas proximidades da ilha de Santorini. Esta seria uma famosa ilha grega, no Mar Egeu.

Além disso, o local teria sido totalmente destruído por um vulcão em 1650 a.C. Dessa forma, restariam apenas ruínas no fundo do mar.

A tese ganhou ainda mais força com descobertas arqueológicas recentes. Pinturas, edifícios e ruas da ilha foram encontradas no século XIX, entre as cinzas vulcânicas.

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E você, acredita que a fantástica ilha que desapareceu sob as águas teria realmente existido?

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Expressões populares: descubra como surgiram 7 delas

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Expressões populares: descubra como surgiram 7 delas
Imagem: canva.com

A maneira como o brasileiro médio se expressa, frequentemente, é muito mutável. Existem algumas expressões populares, contudo, que servem para transmitir conhecimentos de geração em geração e, por isso, sofreram poucas variações.

Pensando nisso, esse artigo do Super Misterioso irá falar sobre a história de algumas dessas expressões que são repassadas de pais para filhos.

Ficou interessado em descobrir mais sobre as expressões populares? Então, continue acompanhando esse artigo.

Afinal, o que são expressões populares?

As expressões, ou os ditados populares, é como a identidade de uma determinada cultura.

Em outras palavras, essas expressões são uma das maneiras encontradas pelas pessoas mais velhas para transmitir conhecimento e sabedoria aos mais novos.

As origens de algumas expressões populares guardam algumas curiosidades, veja:

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1. Pé rapado

Essa expressão que ainda é muito famosa entre os diálogos brasileiros teve início em meados do século XVII.

Antigamente já existiam divisões de classes sociais bem definidas. Todavia, alguns espaços públicos, como a igreja e alguns prédios, tinham que receber pessoas de todas as classes.

Os mais abastados chegavam a esses lugares montados a cavalo ou de charrete. Os menos afortunados, que caminhavam muitos quilômetros a pé, no entanto, costumavam chegar nesses ambientes com as solas dos sapatos bastantes sujas de barro.

Para que não sujasse o local, os administradores acharam por bem colocar na portaria esse objeto de ferro para que os pobres rapassem o pé antes de adentrar a igreja, por exemplo.

Nesse contexto, surgiu a expressão popular que se refere às pessoas financeiramente pobres.

2. Casa da mãe Joana, a mais famosa entre as expressões populares

Essa é uma das expressões populares mais utilizadas ainda hoje. Muitas vezes é designada para se referir a um lugar confuso, ou seja, um ambiente sem ordem. A expressão surgiu no século XIV.

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A Rainha Joana I de Nápoles teve uma vida bastante atribulada. De acordo com alguns autores, Joana se envolveu em uma ação conspiratória que custou a vida de seu marido. Além disso, Joana ainda foi exilada pela Igreja devido a sua vida regida por poucas regras.

De modo a construir uma casa que acolhesse a todos, a refugiada Joana foi responsável por realizar a regulamentação de bordéis na cidade em que vivera.

Nesse sentido, a casa da mãe joana ficou conhecida como um lugar que cada pessoa pode fazer o que quiser. Em outras palavras, é um local destinado à desordem e a desorganização.

3. Amigo da onça

Quem nunca ouviu essa expressão popular datada da década de 1940?

Péricles Maranhão, o criador do personagem, descreve o amigo da onça como alguém debochado, irônico, pouco confiável e cheio de malandragem.

Gostar de levar vantagem, bem como gostar de colocar pessoas em situações embaraçosas e desconfortáveis são características fundamentais de um verdadeiro amigo da onça.

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Expressões do período escravocrata

Todas essas expressões populares que surgiram no período escravocrata ainda são muito comuns até os dias atuais. Confira suas origens e significados a seguir:

  • Lavar a égua

Significa se dar bem. No período da exploração do ouro, alguns dos escravos mais corajosos escondiam pepitas debaixo da crina do cavalo. Eles faziam isso a fim de comprar sua liberdade.

Ao lavar o animal os fragmentos de ouro eram recuperados. Esse crime era motivo para açoitar o escravo até a morte.

  • Meia tigela

Equivale a algo sem valor. Durante as explorações nas minas, aqueles escravizados que não conseguiam cumprir a meta preestabelecida ganhavam apenas metade da tigela com comida. Essa é uma das expressões populares que surgiu entre os próprios escravizados, de modo a tirar sarro.

  • Espírito de porco

É algo impuro. Antigamente não existiam frigoríficos e nem açougues. Dessa forma, os escravizados eram obrigados a matar o porco.

Eles não gostavam da prática porque acreditavam que o espírito do porco iria para o corpo de quem matou. Essa teoria se baseava no choro do porco que era como um lamento humano.

  • Nas coxas

É algo mal feito. Durante o período escravocrata, os escravos tinham que moldar as telhas em suas coxas. Dessa forma, elas ficavam com formatos e tamanhos variados.

Gostou desse artigo e de conhecer mais sobre as expressões populares? Então, continue acompanhando o Super Misterioso para mais conteúdos como esse.

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Conheça 8 lendas famosas do folclore brasileiro

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Conheça 8 lendas famosas do folclore brasileiro
Imagem: canva.com

O folclore brasileiro está repleto de lendas e personagens super interessantes. Por isso, esse artigo do Super Misterioso irá apresentar algumas das histórias mais populares do folclore nacional.

Ficou interessado em descobrir mais? Então, continue a leitura.

Afinal, o que é folclore?

O folclore é uma ciência de tradições. Em outras palavras, o folclore é um misto de costumes, lendas e provérbios que representam a identidade social de um povo.

As manifestações artísticas, em geral, preservadas por um grupo, também podem ser folclore.

O folclore brasileiro é composto por lendas, contos e mitos de criaturas e seres super fantásticos que constroem o imaginário popular durante gerações.

Conheça 8 lendas e personagens que compõe o folclore brasileiro

1. Cuca

Essa criatura velha, mítica e assustadora ganhou vida com o propósito de amedrontar as crianças que se recusavam a dormir cedo e a obedecer aos pais.

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Muito popular nas obras do escritor Monteiro Lobato, a cuca é retratada como uma bruxa maldosa, com aparência de jacaré e com os cabelos loiros, que tinha prazer em sequestrar crianças desobedientes.

2. Lobisomem

Esse personagem que amedronta até mesmo os adultos é o resultado de uma maldição.

Essa maldição, ou seja, a licantropia, concedia a um homem a capacidade de se transformar em um lobo durante as noites de lua cheia.

O lobisomem, isto é, metade homem, metade lobo, possui garras afiadas e força sobre-humana. A única coisa que pode matar um lobisomem é uma certeira bala de prata no coração.

Mas, atenção. Se ele ferir o oponente primeiro, o lutador também se transforma em lobisomem.

3. Iara, a sereia do folclore brasileiro

Também conhecida como Mãe D’água, Iara é uma bela sereia, isto é, metade mulher, metade peixe, famosa por seduzir os homens com sua bela voz e promessas de riquezas.

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Essa lenda indígena, com traços portugueses, conta que Iara foi vítima da inveja dos seus irmãos.

Iara, além de ser a filha do pajé, era lutadora e guerreira. No entanto, a moça caiu em uma emboscada que seus irmãos prepararam. Com intensão de se defender, Iara matou todos eles.

O pajé não gostou do resultado e mandou que jogassem Iara no encontro dos rios Negro e Solimões, a fim de castigá-la.

Naquele momento, ao ser salva pelos peixes, Iara assumiu a forma de sereia e ganhou o título de senhora das águas.

4. Curupira

Esse protetor das florestas é um personagem do folclore brasileiro que teve início na cultura indígena e se espalhou rapidamente pelas terras brasileiras.

O pequeno anão com cabelos vermelhos como o fogo e com os pés virados, ou seja, com os calcanhares para frente, embora seja pequeno, também é detentor de uma força sobrenatural e de um assovio ensurdecedor.

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A lenda ganhou força quando os indígenas começaram a encontrar cadáveres na floresta. Para eles, esses mortos teriam sido vítimas do curupira, visto que ele poderia até matar aqueles que fizessem algum mal para as florestas.

5. Saci Pererê, o personagem mais travesso do folclore brasileiro

Esse rapaz serelepe se tornou um personagem do folclore brasileiro por volta do século XVIII. A partir de então ele é descrito como uma figura de baixa estatura, negro, com apenas uma perna e gorro vermelho.

Geralmente o Saci é um ser muito travesso, brincalhão e agitado. Por isso, ele sempre realiza travessuras por onde passa.

Existem ainda muitos outros personagens folclóricos, como:

6. Boitatá: a cobra que cospe fogo para proteger as florestas dos destruidores.

7. Boto cor de rosa: um boto capaz de se transformar em um belo rapaz que seduz as mulheres, bem como as engravida e abandona.

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8. Bumba meu boi: essa é uma importante manifestação artística e popular do folclore brasileiro. Essa manifestação é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade e também como Patrimônio Cultural do Brasil.

Gostou desse artigo e de saber mais sobre o folclore brasileiro? Então, continue acompanhado o Super Misterioso.

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Jardins Suspensos da Babilônia: realidade ou mito?

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Jardins Suspensos da Babilônia: realidade ou mito?
Imagem: artstation.com

Você já ouviu falar dos fantásticos Jardins Suspensos da Babilônia? Se já, deve saber que eles são descritos como maravilhosos, quase um paraíso na terra. 

Porém, existem muitos mistérios envolvendo estes jardins suspensos. Entre eles, se questiona bastante se eles de fato existiram. Continue lendo esse artigo do Super Misterioso e decida você mesmo se eles eram reais!

O que foram os Jardins Suspensos da Babilônia?

Durante a antiguidade, a Babilônia foi uma das cidades mais importantes do mundo. A sua posição geográfica favoreceu o desenvolvimento de comércios e riquezas. Por conta disso, é normal que a cidade tivesse grandes construções.

Contudo, quando os historiadores se depararam com textos antigos descrevendo os Jardins Suspensos da Babilônia se surpreenderam devido à grandeza com a qual são descritos. 

Segundo os textos, existia uma construção composta por 6 terraços em forma de andares, cheios de plantas tropicais. Alguns relatos também descrevem estátuas de deuses, touros e dragões.

Além disso, os escravos alimentavam um sistema de piscinas e cachoeiras através de roldanas e baldes, usando a água do Rio Eufrates.

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Sobretudo, os Jardins Suspensos da Babilônia serviam como um parque em que os cidadãos podiam passear entre as árvores frutíferas e as cachoeiras. 

Realmente parece um paraíso, não é mesmo? No entanto, existe um debate intenso sobre se eles realmente existiram ou se foram apenas um mito. 

Os Jardins Suspensos da Babilônia realmente existiram?

Certamente, os Jardins Suspensos da Babilônia parecem um paraíso. Por isso, são considerados uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo.

Por outro lado, todo o material estudado sobre a construção são relatos. Ao todo, 5 escritores descreveram os Jardins Suspensos da Babilônia. A primeira menção aconteceu cerca de 290 a.C.

Apesar disso, os historiadores não encontraram nenhum documento que provasse a existência deles. Ou pelo menos, nenhum documento foi preservado.

Bem como não existe nenhuma evidência arqueológica que prove que realmente foram reais. É claro que a construção pode estar soterrada pelo Rio Eufrates, sendo impossível escavar para achá-la.

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Uma nova descoberta

Em 2013, a cientista da Universidade de Oxford, Dra. Stephanie Dalley, encontrou o que ela acredita ser a construção enterrada dos Jardins Suspensos da Babilônia.

Entretanto, a localização não se encaixa com a dos relatos. Em vez de estar na Babilônia, Dalley encontrou os restos na capital do antigo Império Assírio, Nínive.

Da mesma forma, com este descobrimento se passou a acreditar que os Jardins Suspensos da Babilônia foram construídos entre 705 e 681 a.C. pelo rei Sennacherib. Ou seja, teria sido construída séculos antes que se acreditava.

Assim, surgiu a teoria de que os relatos escritos eram formas de reviver a memória de tempos passados. 

De fato, até hoje não podemos saber com total certeza se eles existiram ou não. E, inclusive, onde eles foram construídos. 

Mas, ainda assim, eles são considerados uma das maiores e mais belas construções do mundo antigo, junto com as pirâmides do Egito.

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Quer saber mais sobre esse e outros mistérios? Continue aqui no Super Misterioso!

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