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História & Cultura

Operação Prato: realmente existiram OVNIs no Pará?

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Operação Prato: realmente existiriam OVNIs no Pará
Imagem: canva.com

Aqui no Super Misterioso sempre trazemos histórias de todo canto do mundo. Porém, hoje contamos um evento que aconteceu no próprio Brasil. Você já ouviu falar da Operação Prato?

Se você tem menos de 30 anos, talvez não tenha ouvido falar, já que essa história incrível aconteceu em 1977. De qualquer forma, a Operação Prato foi uma operação militar para investigar os inúmeros relatos de avistamentos de OVNIs no Pará, que fica na região norte do país.

A seguir, entenda exatamente o que aconteceu nesta operação militar. Confira.

Avistamento de OVNIS no Pará

Tudo começou quando os moradores locais do Pará começaram a identificar objetos luminosos no céu. Claro que isso poderia ser um caso de histeria coletiva, assim como a epidemia da Dança. Porém, houve vários relatos de ataques e até mesmo óbitos, o que colocou em dúvida essa tese inicial.

O primeiro ataque do qual se tem conhecimento aconteceu na Ilha de Caranguejos. Ele envolveu quatro homens que foram coletar madeira. Por causa da maré, eles precisaram pernoitar na ilha, pois não poderiam navegar.

Contudo, no meio da noite, aconteceu uma tragédia. Não se sabe ao certo o que ocorreu, mas dois dos homens sofreram queimaduras de segundo grau, enquanto outro faleceu.

A investigação indicou que a causa da morte foi pressão alta, que teria sido provocada por estresse decorrente de algum evento e causado um AVC.

Em seguida, a imprensa local cobriu a notícia e o fenômeno foi associado às luzes voadoras que os moradores avistaram na época. 

Posteriormente, outros moradores ao longo da Baixada Maranhense afirmaram que raios haviam os atingido, o que os deixou paralisados ou mesmo desmaiados.

É claro que a população estava em desespero. Por isso, muitos começaram a soltar fogos e disparar tiros para afugentar os tais OVNIs.

A Operação Prato

Como já mencionamos, a Operação Prato foi uma operação militar. A princípio, envolveu a FAB (Força Aérea Brasileira) e durou 4 meses, começando em 1997 e terminando em 1978.

Para investigar os ataques, os militares entrevistaram 39 pessoas que foram vítimas ou avistaram os OVNIs.

Também, entrevistaram a Dra. Wellaide Cecim Carvalho de Oliveira, que foi a profissional que atendeu as vítimas na Unidade de Saúde Sanitária de Colares.

Segundo a doutora, os pacientes chegavam apresentando vários sintomas, como:

  • dor de cabeça;
  • fraqueza;
  • palidez;
  • tontura;
  • tremores;
  • pressão baixa;
  • anemia;
  • queimaduras de primeiro grau;
  • marcas de perfurações.

Por outro lado, um médico militar que fazia parte da Operação Prato determinou que a maioria desses sintomas eram reações normais ao estresse.

Contrariando os relatos e as provas das agressões, o médico opinou que seria um caso de histeria coletiva.

Além disso, houve muitos vazamentos de informação – como relatórios e outros documentos. Sendo assim, alguns acreditam que o sensacionalismo da imprensa poderia ter afetado a investigação.

Por fim, o filho do sargento Flávio Costa teria revelado que eles manipularam as fotos dos OVNIs. Em outras palavras: o pai e ele revelavam as fotos na própria casa, alterando-as para que parecesse que havia discos voadores.

Afinal, o que foi definido na Operação Prato?

Segundo um relatório do sargento Flávio Costa, que foi vazado ao público, as luzes realmente existiram, mas eram inteligentemente dirigidas. Dessa forma, o intenso sensacionalismo da imprensa teria afetado a população, que tendo um baixo índice de qualidade de vida, era mais suscetível a ser manipulada.

Ou seja, a Operação prato definiu que os OVNIs não eram aliens ou algo do gênero.

Mas e você, acredita nas provas? Ou acha que foi tudo uma fraude? Teria sido apenas um caso de histeria coletiva?

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Expressões populares: descubra como surgiram 7 delas

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Expressões populares: descubra como surgiram 7 delas
Imagem: canva.com

A maneira como o brasileiro médio se expressa, frequentemente, é muito mutável. Existem algumas expressões populares, contudo, que servem para transmitir conhecimentos de geração em geração e, por isso, sofreram poucas variações.

Pensando nisso, esse artigo do Super Misterioso irá falar sobre a história de algumas dessas expressões que são repassadas de pais para filhos.

Ficou interessado em descobrir mais sobre as expressões populares? Então, continue acompanhando esse artigo.

Afinal, o que são expressões populares?

As expressões, ou os ditados populares, é como a identidade de uma determinada cultura.

Em outras palavras, essas expressões são uma das maneiras encontradas pelas pessoas mais velhas para transmitir conhecimento e sabedoria aos mais novos.

As origens de algumas expressões populares guardam algumas curiosidades, veja:

1. Pé rapado

Essa expressão que ainda é muito famosa entre os diálogos brasileiros teve início em meados do século XVII.

Antigamente já existiam divisões de classes sociais bem definidas. Todavia, alguns espaços públicos, como a igreja e alguns prédios, tinham que receber pessoas de todas as classes.

Os mais abastados chegavam a esses lugares montados a cavalo ou de charrete. Os menos afortunados, que caminhavam muitos quilômetros a pé, no entanto, costumavam chegar nesses ambientes com as solas dos sapatos bastantes sujas de barro.

Para que não sujasse o local, os administradores acharam por bem colocar na portaria esse objeto de ferro para que os pobres rapassem o pé antes de adentrar a igreja, por exemplo.

Nesse contexto, surgiu a expressão popular que se refere às pessoas financeiramente pobres.

2. Casa da mãe Joana, a mais famosa entre as expressões populares

Essa é uma das expressões populares mais utilizadas ainda hoje. Muitas vezes é designada para se referir a um lugar confuso, ou seja, um ambiente sem ordem. A expressão surgiu no século XIV.

A Rainha Joana I de Nápoles teve uma vida bastante atribulada. De acordo com alguns autores, Joana se envolveu em uma ação conspiratória que custou a vida de seu marido. Além disso, Joana ainda foi exilada pela Igreja devido a sua vida regida por poucas regras.

De modo a construir uma casa que acolhesse a todos, a refugiada Joana foi responsável por realizar a regulamentação de bordéis na cidade em que vivera.

Nesse sentido, a casa da mãe joana ficou conhecida como um lugar que cada pessoa pode fazer o que quiser. Em outras palavras, é um local destinado à desordem e a desorganização.

3. Amigo da onça

Quem nunca ouviu essa expressão popular datada da década de 1940?

Péricles Maranhão, o criador do personagem, descreve o amigo da onça como alguém debochado, irônico, pouco confiável e cheio de malandragem.

Gostar de levar vantagem, bem como gostar de colocar pessoas em situações embaraçosas e desconfortáveis são características fundamentais de um verdadeiro amigo da onça.

Expressões do período escravocrata

Todas essas expressões populares que surgiram no período escravocrata ainda são muito comuns até os dias atuais. Confira suas origens e significados a seguir:

  • Lavar a égua

Significa se dar bem. No período da exploração do ouro, alguns dos escravos mais corajosos escondiam pepitas debaixo da crina do cavalo. Eles faziam isso a fim de comprar sua liberdade.

Ao lavar o animal os fragmentos de ouro eram recuperados. Esse crime era motivo para açoitar o escravo até a morte.

  • Meia tigela

Equivale a algo sem valor. Durante as explorações nas minas, aqueles escravizados que não conseguiam cumprir a meta preestabelecida ganhavam apenas metade da tigela com comida. Essa é uma das expressões populares que surgiu entre os próprios escravizados, de modo a tirar sarro.

  • Espírito de porco

É algo impuro. Antigamente não existiam frigoríficos e nem açougues. Dessa forma, os escravizados eram obrigados a matar o porco.

Eles não gostavam da prática porque acreditavam que o espírito do porco iria para o corpo de quem matou. Essa teoria se baseava no choro do porco que era como um lamento humano.

  • Nas coxas

É algo mal feito. Durante o período escravocrata, os escravos tinham que moldar as telhas em suas coxas. Dessa forma, elas ficavam com formatos e tamanhos variados.

Gostou desse artigo e de conhecer mais sobre as expressões populares? Então, continue acompanhando o Super Misterioso para mais conteúdos como esse.

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Conheça 8 lendas famosas do folclore brasileiro

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Conheça 8 lendas famosas do folclore brasileiro
Imagem: canva.com

O folclore brasileiro está repleto de lendas e personagens super interessantes. Por isso, esse artigo do Super Misterioso irá apresentar algumas das histórias mais populares do folclore nacional.

Ficou interessado em descobrir mais? Então, continue a leitura.

Afinal, o que é folclore?

O folclore é uma ciência de tradições. Em outras palavras, o folclore é um misto de costumes, lendas e provérbios que representam a identidade social de um povo.

As manifestações artísticas, em geral, preservadas por um grupo, também podem ser folclore.

O folclore brasileiro é composto por lendas, contos e mitos de criaturas e seres super fantásticos que constroem o imaginário popular durante gerações.

Conheça 8 lendas e personagens que compõe o folclore brasileiro

1. Cuca

Essa criatura velha, mítica e assustadora ganhou vida com o propósito de amedrontar as crianças que se recusavam a dormir cedo e a obedecer aos pais.

Muito popular nas obras do escritor Monteiro Lobato, a cuca é retratada como uma bruxa maldosa, com aparência de jacaré e com os cabelos loiros, que tinha prazer em sequestrar crianças desobedientes.

2. Lobisomem

Esse personagem que amedronta até mesmo os adultos é o resultado de uma maldição.

Essa maldição, ou seja, a licantropia, concedia a um homem a capacidade de se transformar em um lobo durante as noites de lua cheia.

O lobisomem, isto é, metade homem, metade lobo, possui garras afiadas e força sobre-humana. A única coisa que pode matar um lobisomem é uma certeira bala de prata no coração.

Mas, atenção. Se ele ferir o oponente primeiro, o lutador também se transforma em lobisomem.

3. Iara, a sereia do folclore brasileiro

Também conhecida como Mãe D’água, Iara é uma bela sereia, isto é, metade mulher, metade peixe, famosa por seduzir os homens com sua bela voz e promessas de riquezas.

Essa lenda indígena, com traços portugueses, conta que Iara foi vítima da inveja dos seus irmãos.

Iara, além de ser a filha do pajé, era lutadora e guerreira. No entanto, a moça caiu em uma emboscada que seus irmãos prepararam. Com intensão de se defender, Iara matou todos eles.

O pajé não gostou do resultado e mandou que jogassem Iara no encontro dos rios Negro e Solimões, a fim de castigá-la.

Naquele momento, ao ser salva pelos peixes, Iara assumiu a forma de sereia e ganhou o título de senhora das águas.

4. Curupira

Esse protetor das florestas é um personagem do folclore brasileiro que teve início na cultura indígena e se espalhou rapidamente pelas terras brasileiras.

O pequeno anão com cabelos vermelhos como o fogo e com os pés virados, ou seja, com os calcanhares para frente, embora seja pequeno, também é detentor de uma força sobrenatural e de um assovio ensurdecedor.

A lenda ganhou força quando os indígenas começaram a encontrar cadáveres na floresta. Para eles, esses mortos teriam sido vítimas do curupira, visto que ele poderia até matar aqueles que fizessem algum mal para as florestas.

5. Saci Pererê, o personagem mais travesso do folclore brasileiro

Esse rapaz serelepe se tornou um personagem do folclore brasileiro por volta do século XVIII. A partir de então ele é descrito como uma figura de baixa estatura, negro, com apenas uma perna e gorro vermelho.

Geralmente o Saci é um ser muito travesso, brincalhão e agitado. Por isso, ele sempre realiza travessuras por onde passa.

Existem ainda muitos outros personagens folclóricos, como:

6. Boitatá: a cobra que cospe fogo para proteger as florestas dos destruidores.

7. Boto cor de rosa: um boto capaz de se transformar em um belo rapaz que seduz as mulheres, bem como as engravida e abandona.

8. Bumba meu boi: essa é uma importante manifestação artística e popular do folclore brasileiro. Essa manifestação é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade e também como Patrimônio Cultural do Brasil.

Gostou desse artigo e de saber mais sobre o folclore brasileiro? Então, continue acompanhado o Super Misterioso.

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Jardins Suspensos da Babilônia: realidade ou mito?

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Jardins Suspensos da Babilônia: realidade ou mito?
Imagem: artstation.com

Você já ouviu falar dos fantásticos Jardins Suspensos da Babilônia? Se já, deve saber que eles são descritos como maravilhosos, quase um paraíso na terra. 

Porém, existem muitos mistérios envolvendo estes jardins suspensos. Entre eles, se questiona bastante se eles de fato existiram. Continue lendo esse artigo do Super Misterioso e decida você mesmo se eles eram reais!

O que foram os Jardins Suspensos da Babilônia?

Durante a antiguidade, a Babilônia foi uma das cidades mais importantes do mundo. A sua posição geográfica favoreceu o desenvolvimento de comércios e riquezas. Por conta disso, é normal que a cidade tivesse grandes construções.

Contudo, quando os historiadores se depararam com textos antigos descrevendo os Jardins Suspensos da Babilônia se surpreenderam devido à grandeza com a qual são descritos. 

Segundo os textos, existia uma construção composta por 6 terraços em forma de andares, cheios de plantas tropicais. Alguns relatos também descrevem estátuas de deuses, touros e dragões.

Além disso, os escravos alimentavam um sistema de piscinas e cachoeiras através de roldanas e baldes, usando a água do Rio Eufrates.

Sobretudo, os Jardins Suspensos da Babilônia serviam como um parque em que os cidadãos podiam passear entre as árvores frutíferas e as cachoeiras. 

Realmente parece um paraíso, não é mesmo? No entanto, existe um debate intenso sobre se eles realmente existiram ou se foram apenas um mito. 

Os Jardins Suspensos da Babilônia realmente existiram?

Certamente, os Jardins Suspensos da Babilônia parecem um paraíso. Por isso, são considerados uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo.

Por outro lado, todo o material estudado sobre a construção são relatos. Ao todo, 5 escritores descreveram os Jardins Suspensos da Babilônia. A primeira menção aconteceu cerca de 290 a.C.

Apesar disso, os historiadores não encontraram nenhum documento que provasse a existência deles. Ou pelo menos, nenhum documento foi preservado.

Bem como não existe nenhuma evidência arqueológica que prove que realmente foram reais. É claro que a construção pode estar soterrada pelo Rio Eufrates, sendo impossível escavar para achá-la.

Uma nova descoberta

Em 2013, a cientista da Universidade de Oxford, Dra. Stephanie Dalley, encontrou o que ela acredita ser a construção enterrada dos Jardins Suspensos da Babilônia.

Entretanto, a localização não se encaixa com a dos relatos. Em vez de estar na Babilônia, Dalley encontrou os restos na capital do antigo Império Assírio, Nínive.

Da mesma forma, com este descobrimento se passou a acreditar que os Jardins Suspensos da Babilônia foram construídos entre 705 e 681 a.C. pelo rei Sennacherib. Ou seja, teria sido construída séculos antes que se acreditava.

Assim, surgiu a teoria de que os relatos escritos eram formas de reviver a memória de tempos passados. 

De fato, até hoje não podemos saber com total certeza se eles existiram ou não. E, inclusive, onde eles foram construídos. 

Mas, ainda assim, eles são considerados uma das maiores e mais belas construções do mundo antigo, junto com as pirâmides do Egito.

Quer saber mais sobre esse e outros mistérios? Continue aqui no Super Misterioso!

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